terça-feira, 12 de janeiro de 2010

O amor acontece de repente...

Miriam era uma mulher solitária, bem diferente dos anos anteriores quando ela saía para curtir com as amigas, costumava dançar, viajar e uma série de outras diversões. Sempre tão popular!
De repente, com o passar dos anos, ela parou de sair e já não via mais graça em virar a noite, ficar com homens que acabara de conhecer já não a agradava. Essa fase terminara. Aos 28 anos, embora não dissesse para outras pessoas, seu desejo era constituir família, casar-se e ter filhos. Seus programas se limitavam apenas a cinema, teatro e jantar fora. Sempre olhava para os lados como a procurar alguém interessante. Quando ia a alguma festa, tentava se fazer notar e nada acontecia. E retornava para casa sem esperanças.
Miriam procurava um amor desesperadamente, mas não o encontrava. Suas amigas estavam comprometidas e ela sempre só. Tomou a decisão de demonstrar que era feliz, uma mulher moderna, mas lá no fundo do seu íntimo, sentia falta de alguém para abraçar, beijar, estar junto, contar seus problemas, dividir seus sonhos, não alguém que no dia seguinte não fosse mais telefonar. E assim seus dias iam passando sem grandes novidades. Miriam acreditava ser essa sua sina, teria um grande emprego, mas não teria um grande amor, não formaria sua própria família.
Um belo dia, ela que não costumava trabalhar aos sábados, resolveu ir para a empresa de modo a adiantar o serviço. Decidiu pegar o metrô e, na estação, reparou num homem muito interessante, charmoso e sério. Ele a olhava de vez em quando até que um sorriu para o outro. Acabaram por entrar no mesmo vagão, sentaram-se lado a lado. Depois de alguns minutos de silêncio constrangedor, ele resolveu tentar uma conversa, apresentou-se e fez um elogio. Conversaram rapidamente assuntos do cotidiano, onde trabalhavam, moravam, o que gostavam de ler, gênero preferido de filmes e uma infinidade de coisas simples. E trocaram telefone. Ele desceu duas estações antes dela.
O dia foi normal, Miriam trabalhou, conversou com colegas, recebeu convite pra uma festa e inventou uma desculpa para não aceitar. Lembrou do homem no metrô, seu nome era Marcos, ela sorriu ao pensar nele e achou que nunca mais se encontrariam, ela não iria telefonar e tinha a certeza de que ele também não. A troca de telefone foi no momento da paquera, porém, cada um viveria sua vida e acabariam se esquecendo daquele dia.
Ao chegar em casa cansada, tomou seu banho, pediu uma pizza e resolveu assistir a um filminho na tv. Adormeceu.
Na manhã seguinte, um lindo dia de domingo, era Primavera e o sol estava brilhando no céu. Ela estava tomando seu café quando o telefone tocou e era Marcos. Miriam não conseguia acreditar, conversaram durante um tempão e ele a convidou para um passeio durante a tarde. Foram ao Parque do Ibirapuera e se divertiram, caminharam, conversaram, pararam numa lanchonete e depois ele a deixou em casa. O dia foi incrível, havia muito tempo que ela não se sentia plena e feliz daquele jeito. A partir dali, começaram a se falar todos os dias. De repente, estavam namorando. Hoje, Miriam e Marcos são casados, eles têm uma filhinha linda e são muito felizes. Coisas do destino...

Moral: O amor acontece quando menos esperamos, quando não estamos procurando por ele.

Sandra

domingo, 10 de janeiro de 2010

Eu e você...

Noite fria, corpos quentes

Olhos cativantes, desejos ardentes
Corpos que bailam sem parar
No sereno da madrugada... vinho e luar
Sedução inebriante... eu e você
Paixão delirante, charme, desejo de amar
Sempre assim, encontro dos amantes... eu e você

Sandra

sábado, 9 de janeiro de 2010

Divagações sobre o amor...

Esse texto é de uma escritora chamada Sueli Constancia Lopes Alves, quando o li, achei bárbaro e desejo compartilhá-lo com os amigos. Concordo plenamente.

O amor está presente na maioria dos textos escritos desde que o homem aprendeu a maravilhosa arte de escrever. Há opiniões, as mais diversas sobre o tema. Sobre ele, já escreveram filósofos, literatos, psicólogos, médicos, sociólogos, jornalistas, gente do povo, amantes, amados...
Não há, entretanto, quem tenha explorado mais o assunto do que os artistas.
O amor tem sido narrado, encenado, pintado, esculpido, cantado, declamado... Todas as formas de amar, todos os seus encantos e desencantos. Amor alegre e amor triste, amor gritado aos quatro ventos, amor calado, amor correspondido ou desprezado, amor partilhado ou solitário, amor... amor... amor...
Talvez quem mais tenha decantado o amor foram os poetas:

Amor é fogo que arde sem ver...
Que não seja imortal posto que é chama...
Só quem ama é capaz de ouvir e de entender as estrelas...
Eu quero amar, amar perdidamente! Amar só por amar: Aqui... além...
Oh amor, desenredado jardim que se consome...
Quem nessa vida amou e não sofreu, passou pela vida, não viveu...

Sublimes Camões, Vinícius, Olavos, Florbelas e tantos mais! Sábios são os poetas ou por serem poetas é que são sábios!
O amor vale sempre a pena. Mesmo que traga dor, tem que ser vivido com sofreguidão.
Às vezes, o amor é como um rio que passa e cuja águas não retornam. E se não passarão de novo, nelas quero mergulhar profundamente, e dessa corrente beber até que a última gota se esgote.
Não sei viver o amor placidamente, a placidez é pra quem acha que se arriscar não vale à pena porque tem a alma pequena - o mestre Fernando Pessoa que me perdoe o atrevimento.
Não quero a mansidão dos estoicistas, quero a intensidade dos epicuristas!
Não quero a placidez dos rios, quero a voracidade do mar, que invade a areia sem pedir licença, que lança suas ondas sem vergonha de rebentar e em espumas se desfazer.
Não sou o rio sereno, sou a agitação do oceano!
Não sou a calmaria, sou a fúria de amar!

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Recomeço

Os relacionamentos duram o tempo necessário para que as pessoas sejam felizes. Ou aprendam com eles.
A vida é feita de ciclos e os momentos que vivemos vão se renovando. Portanto, temos que seguir adiante. O que acabou deve ficar no passado, teremos doces recordações de boas situações vividas, as ruins nos servirão como lição, porém, temos que abrir o coração para uma nova etapa. Precisamos nos doar ao máximo numa relação para quando ela chegar ao fim, termos a consciência tranquila, a certeza de que tentamos. O que não podemos é dar murro em ponta de faca, investir num relacionamento que não nos traz mais alegria. Assim como também não devemos obrigar alguém a viver em função dos nossos desejos, nem nos relacionarmos com alguém que pensa em outro alguém. Os dois devem estar preparados para recomeçar, deixando as paixões antigas lá atrás.
Mais cedo ou mais tarde, acertaremos na escolha e aí não teremos mais que viver um fim. O importante é deixarmos a mente e o coração livres pra quando esse momento chegar e ele fatalmente chegará, no tempo certo.
Muitas vezes, uma amor antigo, adormecido, desperta para nunca mais partir, pois precisava de um tempo pra que o casal se organizasse, se entendesse e analisasse a dimensão desse sentimento, descobrisse até que ponto um estaria disposto a ceder em prol do outro. Não deixa de ser um recomeço. O importante é saber diferenciar ilusão de sentimento.
O amor é um presente de Deus, é a melhor coisa do mundo, mas só quando nos faz felizes.

Sandra

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

O destino

Este é apenas um conto que escrevi, um romance.

Era fevereiro de 1993, o tempo estava muito quente e dali alguns dias seria Carnaval. Sara costumava viajar para o litoral paulista sempre que surgiam feriados prolongados, gostava muito da pitoresca cidade Boiçucanga ou de São Vicente. Mas, os amigos queriam ir para Mongaguá. Ela definitivamente não gostava de lá, achava que era uma praia sem graça embora fosse um lugar escolhido por muitos. Daquela vez, Sara fez a vontade dos amigos e foi para Mongaguá mesmo contrariada.
A cidade estava cheia de visitantes, todos os lugares estavam lotados, havia fila pra tudo. Durante o dia, todos disputavam um lugar na areia para colocarem o guarda-sol, a barraca, as cadeiras... durante a noite, iam procurar diversão nos barzinhos, nos quiosques onde a música rolava a noite inteira até o amanhecer, iam na danceteria da cidade ou na avenida para assistirem a escola de samba local passar. Depois que a escola passava, todos pulavam o carnaval na rua. Menos Sara, ela sentou-se no banco da praça central, próximo à feirinha e lá ficou observando o movimento entediada, quando de repente, passou por ela um homem lindo, desses que habitavam seus sonhos mais secretos. Trocaram um olhar e um sorriso até que ele se aproximou.
Sara era uma morena de olhos verdes e cabelos longos, estava bronzeada e usava um vestido florido. Tinha 19 anos. Márcio era loiro, de olhos cor de mel, um físico forte e tinha os cabelos na altura dos ombros, lisos do tipo escorrido, ele mais parecia um surfista. Tinha 21. Ele se apresentou e os dois se entenderam logo de cara. Havia uma química entre eles. O papo era agradável e a noite estava linda. Falaram sobre músicas, viagens, faculdade e uma infinidade de assuntos. Sentiram-se atraídos um pelo outro. Riram, dançaram, flertaram e foram dar umas voltas à beira-mar. Foi ao som das ondas quebrando nas rochas, sob um céu estrelado e uma lua exuberante que eles se beijaram pela primeira vez.
Sara desejava que aquela noite jamais terminasse... e pensar que ela nem queria estar ali... Os dias que se seguiram foram tão especiais quanto aquela noite. Se pudessem, nunca mais iriam embora. Viveriam lá pra sempre. Mongaguá se tornara um paraíso tropical aos olhos de Sara. Márcio sempre gostou da cidade. Aqueles quatro dias de Carnaval foram os melhores dias da vida de Sara. A felicidade de ambos atraía a atenção de todos, que belo par formavam!

Um dia antes da partida

Terça à noite se despediram pois no dia seguinte voltariam para casa, ela pra São Paulo e ele para Santo André, no ABC Paulista. Por que será que sentiam uma angústia no peito? Não era pra ser assim, pois combinaram de se encontrar, estavam namorando. Nunca nenhum dos dois iniciou um namoro assim tão rápido... porém, algo mágico aconteceu entre eles, parecia que se conheciam havia muitos anos. E nenhum dos dois conseguia explicar pra si e nem falar para o outro sobre aquela sensação ruim que sentiam.
Fizeram amor na praia de madrugada, dentro de um barco ancorado na noite da despedida.

A partida

A quarta-feira chegou e os dois retornaram para suas casas, ele foi logo de manhã e ela no final da tarde... voltaram para suas vidas.
Uma semana depois da chegada, Sara não compreendia a razão dele não telefonar. Uma amiga disse - então telefone você!
Foi nesse momento que ela sentiu uma dor invadir seu peito, o desespero tomou conta do seu ser. Explicou para a amiga que somente Márcio havia anotado o telefone, ela ficou de anotar depois e acabou partindo sem fazer isso, uma falha, um esquecimento. Estava na dependência dele, mas teria ele perdido o número? Ou simplesmente jogado fora? Afinal, como dizem por aí "amor de praia não sobe a serra"...
Sara pensava em cada minuto vivido ao lado de Márcio, tentava extrair da memória algo relevante que pudesse ajudá-la a reencontrá-lo. Eles conversaram sobre os mais variados assuntos. Falaram sobre passado, presente e futuro, sobre qualidades e defeitos, pontos fortes e fraquezas, muitas eram as coisas em comum. Fizeram tantos planos e ainda assim, tudo o que sabiam era o primeiro nome e a cidade do outro, não havia informações necessárias para se localizarem.
Santo André não é longe, mas dependendo do bairro em que se esteja fica fora de mão. Em contrapartida, procurar alguém em São Paulo é como procurar uma agulha no palheiro ou, pior ainda, como procurar uma correntinha perdida caída no oceano.
Sara pensou em inúmeras coisas, fazer cartazes, faixas e outdoors espalhando-os por Santo André inteira. Pensou, pensou e só pensou. Ao longo dos anos, a cada feriado, ela ia para Mongaguá sempre na esperança de revê-lo. Andou por todos os lugares por onde passaram naqueles inesquecíveis dias de Carnaval... em vão.

E o tempo passava...

As preocupações do dia-a-dia, a rotina do cotidiano e o passar dos anos foram deixando aqueles momentos cada vez mais distantes, no passado. Esquecer... Sara não esqueceu, só que o tempo fez parecer como cenas de um filme, como se ela não tivesse vivido e sim assistido a um lindo romance. Algumas noites, ela sonhava com Márcio e acordava triste, perguntava a si mesma se pelo menos por um breve instante ele se lembrava dela. Quanto tempo ele teria levado pra esquecê-la? Será que chegou a se lembrar? Por que nunca telefonou?
O tempo avançava e a vida seguia seu curso...
Sara casou-se em 2004, aos 30, 11 anos após o inesquecível Carnaval de 1993. Gostava muito de seu marido, Rui, um homem inteligente, bonito e apaixonado por ela. Tiveram um filho. Eram felizes sem dúvida, eram muito felizes! Teria Márcio se casado também? Eram raros os momentos em que ela pensava nele agora, mas ainda pensava.
O casamento de Sara durou 6 anos, ela lamentou o fim dessa união que parecia ser promissora, pra vida inteira. Ficou realmente abalada.

O inesperado

Com o fim da relação, Sara decidiu fazer uma viagem pra esparecer e escolheu Veneza. Um lugar romântico, ideal para estar acompanhada, entretanto, não havia problema, ela sempre quis conhecer essa cidade e estar só não a impediria de viajar.
A Itália parece ter magia, contagia os turistas e Sara ficou fascinada por seu encanto. Sentia-se um pouco culpada por deixar o filho com sua mãe, mas precisava desse tempo pra repor as energias.
No 3º dia, estava num caffè e, distraída, admirava o local e as pessoas entusiasmadas. Observava os casais apaixonados e pensou em sua falta de sorte no amor. Nesse momento, ela sentiu uma mão tocar seu ombro e uma voz dizer:

- Come stai, bella mia?

No que olhou, sentiu seu coração parar por alguns segundos, depois começou a bater cada vez mais forte, a acelerar, a disparar... até que ela faleceu... (ahahaha brincadeira, não resisti). Sara nada conseguiu dizer, apenas sorriu, era Márcio.
Após um momento de pura emoção, ela respondeu:

- Non potrei stare meglio!

Desataram a rir. Finalmente tinham se reencontrado. Eles se abraçaram fortemente, deram um beijo demorado cheio de saudades e perceberam que nada havia mudado. Eram as mesmas sensações, a mesma leveza, corações descompassados. Conversaram sobre exatamente tudo, tudo o que viveram desde aquele Carnaval até os dias atuais.
Márcio contou que ao chegar em casa, procurou o pedaço de papel com o número do telefone de Sara, mas havia perdido. Falou da tristeza dessa separação e de toda sua vida desde então.
Ele se casou duas vezes, o primeiro casamento resultou num divórcio, o segundo num luto há pouco menos de um ano. Teve dois filhos com a primeira esposa e uma filha com a segunda. Não pôde negar que foi feliz.
Finalmente, ambos estavam livres para recomeçarem de onde pararam tantos anos atrás. Desta vez, não cometeriam os mesmos erros. Trocaram todas as informações possíveis e imagináveis. Em 93, sequer possuíam um endereço de e-mail...
A conversa foi longa e animada, nem perceberam a hora passar.
Sara e Márcio viveram dias inusitados em Veneza, passearam pela Basílica de San Marco, pelos canais e por todos os pontos turísticos.
Ela está linda - pensava ele, uma beleza de mulher e não de menina. Já ele, tinha cortado os cabelos, estava mais sério, maduro, porém, mais atraente seria impossível - refletia Sara.
Muitas vezes, não sabemos por qual razão é necessário mudar as direções. Nós, simples mortais, não compreendemos, mas existe uma razão maior que nos faz seguir outros rumos e nos vemos tendo que abrir mão de desejos e planos. Porém, o que é de cada um... é e ninguém pode mudar.
E foi assim, o mesmo destino que os separou, os uniu novamente quase 18 anos depois, desta vez para sempre.

Sandra

sábado, 2 de janeiro de 2010

Feliz Ano Novo



O nosso caminho é feito
Pelos nossos próprios passos...
Mas a beleza da caminhada...
Depende dos que vão conosco!
Assim, neste NOVO ANO que se inicia
Possamos caminhar mais e mais juntos...
Em busca de um mundo melhor, cheio de PAZ,
SAUDE, COMPREENSÃO e MUITO AMOR.
O ano se finda e tão logo o outro se inicia...
E neste ciclo do "ir" e "vir"
O tempo passa... e como passa!
Os anos se esvaem...
E nem sempre estamos atentos ao que
Realmente importa.
Deixe a vida fluir
E perceba entre tantas exigências do cotidiano...
O que é indispensável para você!
Ponha de lado o passado e até mesmo o presente!
E crie uma nova vida... um novo dia...
Um novo ano que ora se inicia!
Crie um novo quadro para você!
Crie parte por parte... em sua mente...
Até que tenha um quadro perfeito para o futuro...
Que está logo além do presente.
E assim dê início a uma nova jornada!
Que o levará a uma nova vida, a um novo lar...
E aos novos progressos na vida!
Você logo verá esta realidade, e assim encontrará
A maior Felicidade...e Recompensa...
Que o ANO NOVO renova nossas esperanças,
E que a estrela crística resplandeça em nossas vidas
E o fulgor dos nossos corações unidos intensifique
A manifestação de um ANO NOVO repleto de vitórias!
E que o resplendor dessa chama
Seja como a tocha Que ilumina nossos caminhos
Para a construção de um futuro, repleto de alegrias!
E assim tenhamos um mundo melhor!
À todos vocês companheiros(as) que temos o mesmo ideal,
Amigos(as) que já fazem parte da minha vida,
Desejo que as experiências próximas de um ANO NOVO
Lhes sejam construtivas, saudáveis e harmoniosas.
Muita Paz em seu contínuo despertar!
"UM FELIZ 2010"

(Desconheço o autor, mas faço minhas estas palavras...)

Tenho esperança que 2010 será um ano de renovação, de fé, de mais amor, de paz. Problemas sempre teremos, adversidades fazem parte da vida, entretanto, eu sinto uma energia boa pra esse ano que começa. Pra mim, 2009 não foi um ano muito bom, mas 2010 há de ser promissor, de grandes realizações e resultados positivos. Desejo o mesmo para todos. E feliz Ano Novo!!!